Professora
Doutora, mestre e licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (2005). Professora substituta do departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais. E-mail: afalbarreto@gmail.com
Monitora
Mestranda em História pela Universidade Federal de Minas Gerais e graduada em Licenciatura em História pela mesma instituição. E-mail: limainacio87@gmail.com
Este artigo desenvolve o contexto pré-golpe e a sua efetivação, utilizando-se de uma periodização demarcada pelos presidentes, a fim de compreender, para além de memorizar datas, as suas especificidades e as faces distintas da ditadura militar.
Leia MaisModernização, ditadura civil-militar e redemocratização: o Brasil após 1946. Com Objeto Temático: Os anos 1960: revolução cultural? A ditadura civil-militar e os processos de resistência. As questões indígena e negra e a ditadura.
Leia MaisComo as manifestações visuais nos espaços urbanos, exemplificadas pelo trabalho das Brigadas Muralistas no Chile e pelo CURA em Belo Horizonte, influenciam a transformação política, a conscientização cívica e a expressão artística em diferentes períodos históricos e contextos sociais?
Leia MaisÉ possível pensar em aproximações entre os golpes de 1964 e o de 1973? Como as imagens representam esse passado?
Leia Mais“Estava no meu último ano na UFMG quando aconteceu o 3 ENE. Ficamos do lado de fora porque os militares cercaram completamente a Faculdade de Medicina [...] [...] o ponto positivo da mobilização foi impedir que a PM agredisse os estudantes, mas o ponto negativo é que mais de 400 jovens foram presos, simplesmente por defender a formação de um movimento estudantil no país.“
Leia MaisPlano de aulas com intuito de pensar aproximações entre os golpes de 1964 e 1974 utilizando de imagens como possíveis (ou não) representações do passado.
Leia MaisPlano de aula que visa compreender, a partir das fontes primárias, quais argumentos fundamentaram o apoio à ditadura militar brasileira; e como a propaganda, a música e os intelectuais se articularam na defesa do regime.
Leia MaisTrabalho de fontes históricas, como imagens, discursos, revistas e jornais como metodologia criativa e diferente de construir um dinamismo durante a aula, aproximando o aluno do conteúdo teórico de modo a transportá-lo ao cenário histórico abordado.
Leia MaisDebate sobre os aspectos elementares do golpe e da ditadura, buscando relacioná-los, junto aos alunos, aos de outros regimes autoritários, dando enfoque aos instaurados na América do Sul durante o mesmo período.
Leia MaisA partir desses debates e da imersão histórica, os alunos do laboratório de criação devem desenvolver estampas utilizando o método de Zuzu Angel para denunciar algo ou contar uma história relacionada ao acontecimento histórico que foi a Ditadura Militar brasileira.
Leia MaisPor meio de análises de episódios históricos e figuras emblemáticas, como o jogador Reinaldo, a pesquisa revela as complexidades e contradições do uso político do futebol, evidenciando como ele operou simultaneamente como instrumento de alienação e como palco de contestação ao regime.
Leia MaisO longa-metragem é uma adaptação do livro Ainda Estou Aqui (2015), escrito pelo filho do casal, Marcelo Rubens Paiva, que aborda, não só um fato histórico ocorrido durante a ditadura empresarial-militar brasileira, mas realiza uma reflexão crítica acerca da falta de responsabilização, que se perpetua até hoje, pelos crimes de violência e assassinato cometidos pelos militares e apoiadores do regime. Nesse sentido, a produção cinematográfica detém a importante função de resgatar as memórias da repressão, ignoradas ou esquecidas, diante de um crescimento da extrema-direita no cenário político atual.
Leia MaisO método utilizado combina revisão bibliográfica, análise documental e estudo de coleções de moda da estilista, relacionando-as com o contexto político da época. Os resultados evidenciam que Zuzu Angel transformou sua criação em um ato de protesto, utilizando símbolos e narrativas que desafiavam a censura e chamavam a atenção internacional para os crimes do regime. As conclusões apontam para a relevância da moda enquanto linguagem cultural e política, destacando sua capacidade de dialogar com questões sociais e históricas. Este estudo contribui para ampliar a compreensão sobre as interseções entre moda, história e resistência, reforçando o legado de Zuzu Angel como uma figura central na luta contra a repressão do período militar.
Leia MaisA televisão foi um dos meios de comunicação mais transformadores do século XX, com uma expansão rápida e profunda que moldou o imaginário coletivo. No Brasil, sua consolidação coincidiu com o período da Ditadura Civil-Militar, quando se tornou um instrumento estratégico do regime. Por meio da censura, o governo controlava os conteúdos transmitidos, cerceando temas considerados subversivos e artistas que contrariassem seus ideais. Ao mesmo tempo, o regime utilizou a televisão para promover ideiais conservadores e reforçar ideias a favor do governo, especialmente durante o Milagre Econômico, quando foi veiculada uma narrativa oficial otimista e silenciosa em relação às vozes dissidentes.
Leia MaisUtilizando referenciais teóricos de Theodore Roszak e Maria Helena Moreira Alves, a pesquisa investiga eventos marcantes, como a Passeata dos Cem Mil, e analisa movimentos culturais como a música e o cinema como forma de lutar contra a repressão da ditadura.
Leia MaisO regime ditatorial iniciado em 1964 foi marcado por violência e repressão, o governo utilizava de um discurso fundamentado em uma ideologia da moral e dos bons costumes, alinhada à noção de família tradicional, base da sociedade brasileira. Deste modo, os indivíduos que não compactuassem com esta imagem do “bom cidadão brasileiro”, eram considerados uma ameaça, e capazes de corromper os demais cidadãos e portanto deveriam ser vigiados e punidos. Um exemplo deste tipo de perseguição, justificada pelo discurso moralista, foi a implicada contra a comunidade LGBTQIA +. Para o governo militar, a homossexualidade e demais dissidências sexuais eram consideradas ameaças a assim deveriam ser contidas e um dos episódios mais marcantes dessa perseguição foi a “Operação Sapatão”.
Leia MaisAtravés da análise de documentos do DOPS-MG, o estudo revela como as Ligas Camponesas, o PCB e o movimento estudantil foram alvo de ações repressivas, associadas à ideia de uma conspiração comunista internacional. Além disso, discute-se o impacto da repressão política na memória coletiva e a continuidade das disputas de narrativa sobre a Ditadura Militar no Brasil, destacando a importância de revisitar esses episódios para compreender as tensões políticas e sociais contemporâneas.
Leia MaisO objetivo do presente artigo é analisar os reflexos da proposta da Emenda Constitucional nº 5 de 1983, intitulada como “Emenda Dante de Oliveira”, no processo de falência do regime ditatorial brasileiro e seu impacto perante a sociedade civil, bem como o motivo de sua não aprovação pela Câmara dos Deputados, mesmo diante de uma massiva participação da sociedade civil e com grande repercussão nas mídias da época.
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